sexta-feira, 25 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Mule burra
Gente recebi um e-mail esses dias.....Fantásticooooo
é do site muleburra.com
vale a pena ler..
Latino
Houve uma época que eu estava procurando por homens canalhas. Rá. Calma...apesar de parecer, não é uma redundância. Só tentei inverter o jogo, já que meu chifre parece imã de ITU para esse espécime.
Eu havia levado uma linda rasteira de um bonzinho, e achei que essa parte de conhecer a face angelical para depois dar de cara com o capeta pudesse ser pulada, já que estava ficando cansativo se enganar tantas vezes.
Todo mundo que conhecia eu perguntava se tinha um canalhinha gatinho (claro, porque eu não tava doente) para me apresentar. Ninguém acreditava, mas pensem: era melhor lidar com as safadezas de quem se espera do que de quem não se espera nunca Então botei na minha cabeça - junto com a água oxigenada, os chifres e meia dúzia de propagandas Polishop - que lidar com os cafas assumidos é que nem quando a gente vota no político e já sabe que por mais que ele seja ótimo, no final vai ser sempre ladrão.
Daí que uma amiga lembrou do Latino. Disse que era super canalha, e que eu fazia seu tipo (é mesmo?!).
Ok. Tudo marcado. E depois de tanta incompatibilidade de horário, finalmente chegou o dia de conhecer minha tão esperada alma gêmea da última semana.
O começo é estranho, mas como sou uma pessoa simpática, e ele também, claro, em menos de cinco minutos parecíamos melhores amigos de infância. Falei que não estava passando muito bem (e não estava mesmo)... ele foi bacana, paramos numa farmácia, e se dispôs a ser uma pessoa ótima o resto da noite. Nem me levou para beber - tática super batida dos super canalhas. Levou-me para um restaurante de frente para praia, pediu suco e foi atencioso a noite inteira.
Wait a minute. Esse esparadrapo tá crente que me convence que é band-aid. But... Whatever... A noite está super agradável, ele está sendo uma companhia maravilhosa, vou deixar para analisar os fatos amanhã.
Hora de ir para casa. A noite havia sido tão boa, com aquele papo descontraído de quem já se conhecia há anos, que fomos para casa, e no meio do caminho que me dei conta de que nada havia acontecido. Nenhuma indireta, nenhum clima, nada. Então tá, né? Achei até que ele não havia se interessado por mim, e, conseqüentemente, acabei não pensando em nada mais que amizade.
Ele estaciona na frente de casa.Papo vai... Papo vem...Ele começa a jogar umas indiretas. Porraaaaummmm!!! Agora, colega?! Na porta da minha casa?! E segurava a mão... Pedia pra eu esperar mais... Porra, tudo bem, vou dar um beijinho nesse cara para ele não achar que perdeu a noite, e ver se ele VAZA logo, porque já estou cheia de sono e esse papinho chinfrim não está combinando com meu cabelo escovado.
Beijei.Daí que ele começa a emitir uns sons estranhos. Começou a gemer alto. Putaquiopariu, eu sei que beijo bem (uhuhuhuhuhuhu), mas olha para mim, meu amigo! Minha vó aqui estaria mais feliz!
Eu tentava disfarçar, me afastar...mas ele tava lá, todo ofegante, me puxando, me agarrando, gemendo, e eu pensando que caboclo miserável deve ter no portão da minha casa para ter encostado naquele sujeito tão aparentemente agradável. Não é possível, mizinfim! O cara estava desfigurado, e eu já olhando para os lados, vendo se não tinha nenhum vizinho no portão que havia acordado com aquele escândalo.
De repente ele pára.Legal, o caboclo subiu.Porra nenhuma. Ele fica meio vesgo, puxa o meu cabelo (!!!), olha pra minha cara e pergunta:
- Posso te chamar de CACHORRA????
Caraaaaaalhooooooooooooooooooowwwwww!!!!!
E o pior vocês não sabem. O pior foi a minha resposta, ainda olhando para trás para ter certeza de que era comigo:
- Pó-pó-pó-de...
Meeeeeeeeeeeedooooo daquela entidade!
Dois (looooongos) minutos depois eu consegui sair do carro jurando que ouvi meu pai me chamando.
Até hoje me pergunto o que será que aconteceu com aquele cara bacana que havia sido uma ótima companhia a noite toda.
Nunca mais eu quis um canalha assumido. Eu, hein. Sai pra lá, caboclo-gemedor-dos-infernos. (e o "cachorra" nem foi com carinho!!!) :-P
é do site muleburra.com
vale a pena ler..
Latino
Houve uma época que eu estava procurando por homens canalhas. Rá. Calma...apesar de parecer, não é uma redundância. Só tentei inverter o jogo, já que meu chifre parece imã de ITU para esse espécime.
Eu havia levado uma linda rasteira de um bonzinho, e achei que essa parte de conhecer a face angelical para depois dar de cara com o capeta pudesse ser pulada, já que estava ficando cansativo se enganar tantas vezes.
Todo mundo que conhecia eu perguntava se tinha um canalhinha gatinho (claro, porque eu não tava doente) para me apresentar. Ninguém acreditava, mas pensem: era melhor lidar com as safadezas de quem se espera do que de quem não se espera nunca Então botei na minha cabeça - junto com a água oxigenada, os chifres e meia dúzia de propagandas Polishop - que lidar com os cafas assumidos é que nem quando a gente vota no político e já sabe que por mais que ele seja ótimo, no final vai ser sempre ladrão.
Daí que uma amiga lembrou do Latino. Disse que era super canalha, e que eu fazia seu tipo (é mesmo?!).
Ok. Tudo marcado. E depois de tanta incompatibilidade de horário, finalmente chegou o dia de conhecer minha tão esperada alma gêmea da última semana.
O começo é estranho, mas como sou uma pessoa simpática, e ele também, claro, em menos de cinco minutos parecíamos melhores amigos de infância. Falei que não estava passando muito bem (e não estava mesmo)... ele foi bacana, paramos numa farmácia, e se dispôs a ser uma pessoa ótima o resto da noite. Nem me levou para beber - tática super batida dos super canalhas. Levou-me para um restaurante de frente para praia, pediu suco e foi atencioso a noite inteira.
Wait a minute. Esse esparadrapo tá crente que me convence que é band-aid. But... Whatever... A noite está super agradável, ele está sendo uma companhia maravilhosa, vou deixar para analisar os fatos amanhã.
Hora de ir para casa. A noite havia sido tão boa, com aquele papo descontraído de quem já se conhecia há anos, que fomos para casa, e no meio do caminho que me dei conta de que nada havia acontecido. Nenhuma indireta, nenhum clima, nada. Então tá, né? Achei até que ele não havia se interessado por mim, e, conseqüentemente, acabei não pensando em nada mais que amizade.
Ele estaciona na frente de casa.Papo vai... Papo vem...Ele começa a jogar umas indiretas. Porraaaaummmm!!! Agora, colega?! Na porta da minha casa?! E segurava a mão... Pedia pra eu esperar mais... Porra, tudo bem, vou dar um beijinho nesse cara para ele não achar que perdeu a noite, e ver se ele VAZA logo, porque já estou cheia de sono e esse papinho chinfrim não está combinando com meu cabelo escovado.
Beijei.Daí que ele começa a emitir uns sons estranhos. Começou a gemer alto. Putaquiopariu, eu sei que beijo bem (uhuhuhuhuhuhu), mas olha para mim, meu amigo! Minha vó aqui estaria mais feliz!
Eu tentava disfarçar, me afastar...mas ele tava lá, todo ofegante, me puxando, me agarrando, gemendo, e eu pensando que caboclo miserável deve ter no portão da minha casa para ter encostado naquele sujeito tão aparentemente agradável. Não é possível, mizinfim! O cara estava desfigurado, e eu já olhando para os lados, vendo se não tinha nenhum vizinho no portão que havia acordado com aquele escândalo.
De repente ele pára.Legal, o caboclo subiu.Porra nenhuma. Ele fica meio vesgo, puxa o meu cabelo (!!!), olha pra minha cara e pergunta:
- Posso te chamar de CACHORRA????
Caraaaaaalhooooooooooooooooooowwwwww!!!!!
E o pior vocês não sabem. O pior foi a minha resposta, ainda olhando para trás para ter certeza de que era comigo:
- Pó-pó-pó-de...
Meeeeeeeeeeeedooooo daquela entidade!
Dois (looooongos) minutos depois eu consegui sair do carro jurando que ouvi meu pai me chamando.
Até hoje me pergunto o que será que aconteceu com aquele cara bacana que havia sido uma ótima companhia a noite toda.
Nunca mais eu quis um canalha assumido. Eu, hein. Sai pra lá, caboclo-gemedor-dos-infernos. (e o "cachorra" nem foi com carinho!!!) :-P
domingo, 4 de novembro de 2007
Quanto tempo!!
Bom moçada, depois de um tempinho sem postar aqui, resolvi dar uma passadinha. Nesse período (5º) temos uma matéria que se chama Cinema e Vídeo, nela tivemos que fazer um vídeo com o tema "um dia" e cada grupo tinha um "plano" específico. Nós tivemos que fazer todo o vídeo em plano fixo. Pra quem não sabe, plano fixo é quando a camêra fica parada enquadrando somente uma cena. Sem muito o que dizer, vou colocar o vídeo aqui para quem quiser ver. Divirtam-se!
terça-feira, 1 de maio de 2007
Rir é o melhor remédio!
domingo, 29 de abril de 2007
Até quando?

Até quando levaremos "porrada" da nossa própria sociedade?
Mas o que podemos fazer para mudá-la? NADA!!! Não adianta tentar fazer passeatas, votos de silêncio ou até pequenas reivindicações. Porque mesmo fazendo isso as coisas continuarão da mesma forma que estão.
Violência, pobreza, corrupção... o que podemos fazer? Não sair de casa por medo de levarmos uma balada perdida na cabeça? Deixarmos de comer porque tem milhares de pessoas passando fome? Votar sempre nulo para não contribuirmos com a corrupção?
Uma dica: A única coisa, ao meu ver, é deixar de lado o individualismo e o egoísmo que acabamos adquirindo... Evite brigas, mas se não puder, corra logo quando elas acontecerem. Ajude ao próximo, doe roupas, comidas, brinquedos, mas não dê dinheiro, a não ser que seja necessário. Quanto a política eu não sei...em pensar que muita gente entra pelo menos com boas intenções e bons projetos, mas acabam sendo dominados pela "tropa" de pessoas desonestas (que convenhamos, é o que não falta nesse país).
Como diz Gabriel 'o pensador' na música linkada acima: "Muda! Porque quando a gente muda o mundo muda com a gente, a gente muda o mundo na mudança da mente, e quando a mente muda a gente anda pra frente..." (click no título do post para ouvir a música)
Por isso, já que não podemos mudar o mundo, mudaremos o que tiver ao nosso alcance, começando com a nossa mente...
quarta-feira, 25 de abril de 2007
O homen.....
terça-feira, 24 de abril de 2007
Viva bem...
É devido a "nova" cultura da sociedade do séc. XXI que os jovens se perdem e ficam confusos em meio a essa diversidade de informação. Com as crenças ficando no passado, as pessoas tentam buscar sentidos no próprio dia a dia, e este nos guia para uma amplitude de sentidos que acabamos nos perdendo e formulando nosso próprio sentido, que ao mesmo tempo que se concretiza por opiniões pessoais, tem também influência da "sociedade cultural". Daí surge a pergunta: Você já se achou nessa sociedade 'metamorfosica'?
O vídeo é: "Manual de convivência e sobrevivência social-política-econômica para o ser-humano perfeito e adequado com os padrões sociais-políticos-economicos do sec.XXI", como descreve o autor.
Tânia
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